13 agosto 2013

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Diários de um RPGista: Mundo das Trevas

Como falei pra você no último post sobre diários de um RPGista eu tive meu primeiro contato com o mundo de RPG em 2006 jogando Vampiro: A Máscara.

Eu não sabia (porque ninguém me explicou ou sequer mencionou) que existiam vários sistemas de RPG. Eis que em 2012 começo a namorar o Felipe e me explica alguns dos sistemas que existem e qual eu jogava em 2006. Ele me chama para jogar "Caçador" eu fico beeeeeeem insegura, pois criei traumas muito profundos em relação a RPG. Mas aceito participar da mesa dele e fazer uma advogada de 20 anos que teria seu destino mudado.

É mais ou menos assim que surge Alicia, uma advogada recém-formada que quer provar para o padrasto que está cansada de viver as custas dele e quer se libertar de todo o desconforto que ele causa a ela.

Mas tudo muda na vida dela quando conhece o dono da boate que costumava frequentar e se envolve em um caso muito denso cheio de mistérios que fogem da realidade. É nesse meio que ela se envolve com um filhinho de papai, um índio, uma prostituta, um estudante universitário e uma assassina.

O mundo dela muda completamente. E a minha visão sobre RPG também. Me apaixonei por jogar (tudo muda quando você tem um narrador que te explica como tudo funciona e tem paciência).

O sistema é o storytelling e é muito bom se envolver no Mundo das Trevas que é o livro que dá suporte para o jogo. Já estava me sentindo o próprio Dean supernatural enfrentando os seres sobrenaturais.

No começo deu um pouco de medo de não tá interpretando direito, mas com o tempo eu fui me envolvendo com a narrativa e falando mais nas sessões.


Toda sessão eu achava que ia morrer, pois era pouco pv. Há alguns probleminhas e é exatamente sobre os pvs (pontos de vida), pois é bem realista são entre 7 e 9 e acredite numa luta é muito fácil perdê-los.

Foi uma experiência muito boa que demorou quase 2 meses. Aprendi muito, li muito e, principalmente, me diverti muito.

Depois desse tempo trocamos o sistema, mas isso já é conversa para outro diário. Se você gosta de Supernatural e coisas sobrenaturais acho que é uma boa linha de jogo para seguir. 

A minha segunda chance no RPG foi, sem sombra de dúvidas, uma experiência sem traumas. Pelo menos não traumas muito fortes.

2 comentários:

  1. Padecemos do mesmo problema. hehehe
    Foi uma experiência traumática, com um narrador cotoco, que amarrava a história e limitava os personagens. Aliás, dois narradores cotocos, né?!
    Pois nossa experiência começou lá por 2005, com uma pessoinha que queria narrar sem ficha, lembra? hahahaha A gente passa por cada trauma, que só a misericórdia mesmo. xD

    Ótimo post!

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    Respostas
    1. Ainda bem que nos recuperamos do trauma.
      Acredita que eu não lembro quem é que queria narrar sem ficha?

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